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Castro de Santo Estêvão da Facha

Lugar de Chão, Facha 4990-600 Ponte de Lima 41º 43’ 20,9” N | 8º 38’ 35,9” W
Lugar de Chão, Facha 4990-600 Ponte de Lima

Dos inúmeros castros identificados no concelho, o Castro de Santo Estêvão da Facha merece uma visita especial dado tratar-se de um belíssimo testemunho de ocupação territorial, a famosa cabeça da Terra de Santo Estêvão, por demais conhecida em tempos medievais, para além de permitir apreciar a Capela de Nossa Senhora da Rocha, que também dá nome ao monte, e uma das paisagens mais impressionantes de todo o Alto Minho, possibilitando conciliar património humanizado com património natural e ambiental. 

A cultura castreja, associada à localização dos povoados em locais estratégicos que permitissem a defesa, de que Santo Estêvão é exemplo relevante, e independentemente da existência dos denominados castros agrícolas em locais menos elevados, pode remontar ao século VI a.C. e ao início do desenvolvimento da metalurgia por parte das populações.

A ocupação romana veio alterar por completo toda a estrutura organizacional das populações castrejas, o que não impediu a manutenção do aglomerado populacional, pelo menos até ao século XII e primeira metade do seguinte, conforme demonstram os vestígios cerâmicos estudados.



Morada:
Lugar de Chão, Facha
4990-600 Ponte de Lima

Coordenadas: 41º 43' 20,9" N | 8º 38' 35,9" W



Descrição
Dos inúmeros castros identificados no concelho, o Castro de Santo Estêvão da Facha merece uma visita especial dado tratar-se de um belíssimo testemunho de ocupação territorial, a famosa cabeça da Terra de Santo Estêvão, por demais conhecida em tempos medievais, para além de permitir apreciar a Capela de Nossa Senhora da Rocha, que também dá nome ao monte, e uma das paisagens mais impressionantes de todo o Alto Minho, possibilitando conciliar património humanizado com património natural e ambiental. 

A cultura castreja, associada à localização dos povoados em locais estratégicos que permitissem a defesa, de que Santo Estêvão é exemplo relevante, e independentemente da existência dos denominados castros agrícolas em locais menos elevados, pode remontar ao século VI a.C. e ao início do desenvolvimento da metalurgia por parte das populações.

A ocupação romana veio alterar por completo toda a estrutura organizacional das populações castrejas, o que não impediu a manutenção do aglomerado populacional, pelo menos até ao século XII e primeira metade do seguinte, conforme demonstram os vestígios cerâmicos estudados.
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Morada:
Lugar de Chão, Facha
4990-600 Ponte de Lima

Coordenadas: 41º 43' 20,9" N | 8º 38' 35,9" W
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